JAMAICA: UMA EXPERIÊNCIA CULTURAL VARIADA E ABUNDANTE

Os turistas que buscam um momento para rejuvenescer podem encontrar o refúgio ideal na costa com areias brancas das praias da Jamaica. A ilha é um dos destinos mais populares do Caribe e por uma boa razão: suas instalações hoteleiras são classificadas como as melhores do mundo pelo serviço, pelas instalações, pela variada gama de atividades e também pelo fácil acesso da ilha a partir dos principais aeroportos. Mas além da costa luxuosa, existe uma gama de oportunidades para uma experiência mais próxima e pessoal do rico patrimônio cultural da Jamaica.

“Os turistas que buscam ter uma visão da história do povo da Jamaica, podem encontra-la facilmente por toda a ilha”, disse Paul Pennicook, Diretor de Turismo da Jamaica. “Nossos museus oferecem uma boa seleção das influencias históricas da ilha e sua evolução, assim como nossos restaurantes, galerias de arte e locais para entretenimento também. Desde o pulsar mais profundo da capital do país, passando pelas mais diversas ofertas dos setores hoteleiros, convidamos aos turistas a visitar a ilha, conhecer o povo e desfrutar a rica herança cultural da Jamaica”.

Desde Kingston, capital da Jamaica, até Montego Bay, a capital turística da ilha, existe uma ampla gama de atividades para todos os tipos de públicos. A seguir veja uma mostra do que se pode fazer e ver na Jamaica:

Kingston

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O Museu de Bob Marley: Inaugurado em 1986, era a antiga residência e estúdio de gravação de Bob Marley em Kingston e hoje em dia, é uma das atrações mais visitadas da cidade. Conta com o maravilhoso mural “A Viagem do super astro Bob Marley” (The Journey of Bob Marley Superstar), realizado pelo artista Everald Brown, e tem a melhor coleção de recordações que representam a vida e carreira do super astro do reggae. bobmarleymuseum.com

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Trench Town Culture Yard:  Era a antiga casa de Bob Marley e seu amigo e mentor Vicente “Tata” Ford. El Trench Town Culture Yard (Jardim Cultural de Trench Town) é um projeto que acontece pela comunidade para ela própria e é também o primeiro local considerado Patrimônio Turístico no centro da cidade. Foi declarado patrimônio nacional em março de 2006 pelo Fundo de Patrimônio Nacional da Jamaica. O Trench Town Culture Yard é dirigido por um conselho de administração integrado por membros de dentro e fora da comunidade.

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Devon House: Esta casa colonial restaurada, construída em 1881 por George Stiebel, o primeiro milionário negro da Jamaica, é um monumento nacional. Uma visita guiada mostra interessantes antiguidades e o passado histórico deste elegante palácio branco ao estilo gregoriano. Contém uma das melhores coleções de móveis de mogno do mundo. Finalize esta visita com o famoso e delicioso sorvete Devon House, que foi eleito pela National Geographic como o quarto melhor lugar do mundo para comer sorvete.devonhousejamaica.com

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Galeria Nacional da Jamaica: Jamaica iluminou uma série de grandes artistas com uma visão intuitiva, interpretativa e tradicional. A Galeria Nacional da Jamaica é o local da coleção mais importante, que mostra o desenvolvimento da arte jamaicana, desde artefatos taínos e arte colonial espanhola e britânica, até obras contemporâneas. natgalja.org.jm

Montego Bay

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Os turistas visitantes da ilha também podem aprender sobre a cultura rastafári visitando a Aldea Rastafari Autóctona em Montego Bay. Aqui os visitantes podem experimentar a cultura, o idioma, a música, a vestimenta, o espírito e o estilo de vida dos rastafáris da Jamaica, além disso, podem aprender sobre os hábitos ecológicos e autossustentáveis do povo rastafári. A visita à aldeia é interativa e inclui um passeio pelos jardins de ervas medicinais, espaços dedicados a arte, além de uma experiência musical através dos ritmos de percussão e cantos antigos.

www.RastaVillage.com.

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Centro Cultural de Montego Bay: Uma das últimas atrações turísticas adicionadas à ampla oferta de atividades da capital do turismo, é o Centro Cultural de Montego Bay. Localizado no coração da histórica praça Sam Sharpe, o centro cultural abriga um museu e uma galeria de arte, ambos sucursais ocidentais do Museu Nacional da Jamaica e da Galeria de Arte Nacional de Kingston. O Centro abriu as portas em 2014 e conta com uma tela informativa com toda a história e cronologia completa da Jamaica, bem como artefatos da época taína, até o período da escravidão e era pós moderna na Jamaica.  

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A Costa Sul: Os turistas interessados em explorar o patrimônio selvagem da Jamaica, podem visitar a aldeia Accompong no dia de Kojo que é 6 de janeiro. A aldeia do povo cimarrão fica no alto das montanhas de Saint Elizabeth, ao oeste da Jamaica, bordeando as paróquias nortenhas de Saint James e Trelawny. Todos os dias o povo oferece um pacote educativo de entretenimento para as pessoas que visitam Accompong, onde poderão escutar histórias e aprender sobre o trabalho dos cimarrões.

Durante o século 18, os cimarrões obtiveram uma significativa área de influência. Suas origens remontam a 1655, na época em que taínos e africanos libertados pelos espanhóis chegaram à lugares remotos da ilha em busca de refúgio ante a invasão inglesa. Os cimarrões utilizaram diversas estratégias para manter sua liberdade e diminuir a constante ameaça dos ingleses e se estabeleceram em zonas remotas de montanha, onde a vegetação era muito densa. De acordo com sua localização, os cimarrões foram divididos em dois grupos: os de barlovento e os de sotavento. Os cimarrões de Barlovento ficaram ao este da ilha, enquanto os Sotavento ficaram na parte ocidental.

Além de Accompong, outras áreas ocupadas por cimarrões são Trelawny em St. James, Moore e Charles Town em Portland, Nanny Town em St. Thomas e Scotts Hall em St. Mary.

 

Para mais informações sobre cultura e viagens na Jamaica, acesse: www.visitjamaica.com.

 

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