Kingston

No sopé das Blue Mountains (Montanhas Azuis), com vista para o sétimo maior porto natural do mundo, a vibrante capital da Jamaica, com uma população de 667.778 (2009), é a maior cidade de língua inglesa ao sul de Miami. Centro do governo e do comércio do país, Kingston é também o coração cultural da Jamaica, com uma grande variedade de atrações históricas e culturais. Sua animada vida noturna, e seus sofisticados e diversos restaurantes locais oferecem um contraste cosmopolita ao resto da ilha com seu ritmo mais lento e fácil.

Atrações Culturais

À beira-mar está o Centro de Convenções da Jamaica, construído de acordo com especificações das Nações Unidas e a Galeria Nacional da Jamaica, com um belo conjunto de antigas e modernas obras de arte jamaicana.

Próximos dali: o Museu da Moeda, localizado no edifício do Banco da Jamaica, o African Caribbean Institute of Jamaica, com sua mostra de máscaras e jóias, bem como a Mercado de Artesanato Victoria, onde os artesãos comercializam batiks coloridos, esculturas em madeira, cestas de palha e outros produtos do artesanato local.

Os marcos históricos da ilha incluem a Kingston Parish Church, onde sua mais antiga sepultura é datada de 1699. The Parade é uma praça sempre lotada. Local onde os soldados britânicos treinavam suas tropas, agora foi transformada em um vibrante centro comercial e ponto de encontro. A Devon House em Hope Road é uma elegante mansão georgiana restaurada e que foi construída em 1881 por um jamaicano que fez sua fortuna na mineração de ouro na Venezuela. Aberta ao público, apresenta salões decorados com raras antiguidades, e do lado de fora tem um comprido jardim e oferece também várias lojas e restaurantes interessantes.

Sempre um centro efeverscente de atividades, o Bob Marley Museum foi montado na antiga residência e estúdio de gravação do falecido músico, na Hope Road. Em exposição no museu há uma extensa coleção de fotografias, recortes de jornais e pertences pessoais de Marley, além de um vídeo de 20 minutos que fala sobre a vida do astro do reggae e sobre os tempos em que viveu.

Perto do campus da Universidade de West Indies, a vegetação floresce durante todo o ano nos 200 acres do Jardim Botânico Hope, inaugurado em 1881 e que possui um rico orquidário. A própria universidade foi fundada em 1948 sobre uma antiga plantação de açúcar, e agora é o mais famoso centro de pesquisa e aprendizado da região, com campi adicionais em Trinidad e Barbados.

Entusiastas da equitação reúnem-se em torno das corridas do Caymanas Park Track Limited, realizadas todas quartas-feiras e sábados e também nos feriados.

Fascinantes Museus a Pequenas Distâncias

Até o terremoto de 1692, o principal povoado da Jamaica era Port Royal, situado na ponta da Península Palisadoes que se curva em torno do Porto de Kingston. No século 17, era ali o esconderijo dos piratas Henry Morgan e Calico Jack Rackham, com um bar para cada 10 homens. Relíquias do passado sombrio da cidade podem ser vistas no pequeno museu Charles Fort. Com uma permissão especial, os mergulhadores podem explorar as ruínas enterradas a cerca de nove metros (30 pés) da costa.

O Forte Charles, construído pelos ingleses logo depois que tomaram a ilha dos espanhóis em 1655, é outro destaque para os visitantes de Port Royal. Canhões ainda apontam para o mar. O pequeno Museu Marítimo aqui oferece uma reprodução da região onde morou o almirante Horatio Nelson, ainda como tenente, aos 20 anos de idade.

A uma pequena distância de Kingston está Spanish Town, a capital da ilha durante o domínio dos espanhóis, até 1655,   e dos britânicos até 1872. A Catedral de St. James (St. Jago de la Vega) também está localizada aqui. Construída em 1523, é a mais antiga catedral do Hemisfério Ocidental. As atrações de Spanish Town incluem também a Old King’s House (Casa do Velho Rei), antiga residência do governador britânico e que agora abriga um Museu Arqueológico e, ao seu lado, o Museu do Artesanato e Tecnologia da Jamaica, com amostras de implementos agrícolas antigos, instrumentos musicais e cerâmica.

A poucos quilômetros de distância, uma fascinante coleção de artefatos do Museu Taino retrata a vida na ilha antes da chegada dos espanhóis. O museu é administrado pelo Instituto da Jamaica, localizado quase à beira-mar em Kingston  e que engloba a Biblioteca Nacional e o Museu de História Natural da ilha, com um herbário de renome mundial que conta com mais de 130.000 amostras de plantas.

Vida Cultural

A vida cultural da Kingston tem prosperado nas noites, contando  com apresentações da internacionalmente aclamada National Dance Theater Company, bem como da Jamaica Folk Singers, da Orquestra Filarmônica da Jamaica e do Coral Nacional. A música está em toda parte, e clubes oferecem uma grande variedade de atrações, incluindo reggae, jazz e rock alternativo. Entre os pontos quentes da cidade estão o Studio 38, o Quad, o Fiction e Usain Bolt’s Tracks & Records sports bar.

Diversas Opções de Culinária

Locais para comer são igualmente variados, com uma vasta quantidade de restaurantes que refletem a mistura única de culturas da Jamaica, com exemplos da cozinha da Índia, do Oriente Médio e da China. Os restaurantes favoritos dos moradores locais incluem o informal Port Royal Grog Shoppe em Devon House e a nouvelle cuisine do Bones Red Blues Café, em New Kingston (onde grandes bandas de jazz fazem a cena).

Acomodações

A capital da Jamaica oferece uma excelente escolha de acomodações para viajantes de negócios, em hotéis com instalações sofisticadas para reuniões. Perto dali o visitante também encontra opções atraentes para grupos familiares, além de hospedagens rústicas para viajantes e um extraordinário ambiente para repouso ao pé das Blue Mountains.

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